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VOCÊ é o responsável pelo lucro e caixa da sua empresa.

Atualizado: há 7 dias

Este Incrementando foi criado como um meio para vivermos nosso propósito: 

HUMANIZAR OS NÚMEROS PARA PROSPERAR EM UMA NOVA ECONOMIA.



Há uma lenda no Brasil que o ano realmente só começa depois do carnaval. Então, se acreditarmos nessa crença popular, 2024 acaba de se iniciar. Havia uma preocupação generalizada com o ano anterior em função da mudança de governo federal. Porém, para as nossas empresas nada mudou. Os responsáveis pelos resultados dos nossos negócios continua sendo cada um de nós, independente de fatores externos como economia, governo, política etc.

 

Recentemente, as mídias relataram um aumento significativo no número de recuperações judiciais ocorridas em empresas brasileiras. Aliás, número recorde. Será que isto está somente relacionado à política econômica do nosso país? E, por que isto também ocorreu nos Estados Unidos? É importante entender o contexto, para não tomarmos decisões equivocadas. Conforme um artigo publicado no site da FORBES, isto está ocorrendo por causa “...do fim do excesso de liquidez da pandemia, seguido por uma política ortodoxa de controle inflacionário, jogando os juros para o alto...”.

 

Em outras palavras, durante os primeiros anos da pandemia os governos injetaram uma grande quantidade de dinheiro na economia, levando a um aumento no consumo e consequentemente uma inflação bem acima do que vinha ocorrendo. Como medida para controlar essa inflação, as autoridades da maior parte dos países, decidiram pelo “remédio” do aumento das taxas de juros, porém muitas pessoas e empresas estavam bem endividadas. A consequência seguinte foi uma redução na demanda. E, de acordo com aquele artigo da FORBES: “...as dívidas estendidas do período da pandemia...agora exigem pagamento...mercado ruim, desaquecido e com juros altos, levou empresas a solicitarem recuperação judicial para colocar as contas em ordem...”.

 

Este é o cenário resultado da pandemia. Mas, se buscarmos situações críticas anteriores na economia, cada uma também terá a sua explicação específica. Nestes momentos, os governantes assemelham-se aos pilotos de avião: quem causa a turbulência é a natureza, mas o bom piloto consegue minimizar os danos físicos e emocionais às pessoas.

E, se compararmos as empresas aos passageiros, vão lidar melhor com a turbulência, aqueles que estiverem mais bem preparadas.

 

Nós somos os principais responsáveis pelo lucro e o caixa das nossas empresas. O mercado sempre vai ter momentos de alta e outros de baixa, o que importa é como lidamos com as situações. Não podemos nos deixar levar pela euforia nos períodos de alta e sair fazendo investimentos desenfreadamente, e nem sermos excessivamente conservadores nas baixas, e começar a cortar tudo quanto é tipo de despesas. Precisamos ter o equilíbrio e discernimento para tomar as decisões mais assertivas possíveis e não comprometer os resultados do presente, mas principalmente, do futuro.

  

Na verdade, como já escrevi muitas vezes, é essencial mantermos uma proximidade constante com clientes e colaboradores. Estar ao lado do mercado é fundamental, para acompanharmos o que estão pensando, sentindo, desejando. Para entender as mudanças comportamentais e ajustar nossas ofertas de produtos e serviços. Com os colaboradores, além dos desejos e sentimentos, também temos que identificar em que funções poderão dar as suas melhores contribuições, e mantê-los conectados à cultura da empresa. E até, eventualmente, identificar que não se encaixam mais na nossa empresa.

 

E quem pode fazer tudo isso, o governo, o fornecedor, o cliente? Não. Só VOCÊ gestor do seu negócio, assim como eu sou do meu. Por isso somos os principais responsáveis pelo lucro e o caixa das nossas empresas.

 


Marcelo Simões Souza



 





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