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Resultados são controlados, e pessoas devem ser inspiradas.

Este Incrementando foi criado como um meio para vivermos nosso propósito:

HUMANIZAR OS NÚMEROS PARA PROSPERAR EM UMA NOVA ECONOMIA.


Resultados, conforme venho insistindo nas edições do INCREMENTANDO (e também nos trabalhos de consultoria e no meu livro), são uma consequência do que as equipes realizam. Porém, da mesma forma que esse entendimento é fundamental para incrementar lucro e caixa, já que o mais importante não são os números, mas sim tudo aquilo que está por de trás deles. Afinal, como já escrevi algumas vezes, “...números só indicam, não explicam...”. Por outro lado, essa relação entre colaboradores e resultados pode causar uma perigosa distorção na empresa. Isto acontece quando gestores acreditam que podem e precisam controlar as pessoas para que os resultados aconteçam. Um grande erro cometido por uma boa parte das lideranças.

 

A definição de controle que encontrei no site www.significados.com.br descreve bem o problema: “...substantivo utilizado para definir o domínio ou poder de fiscalizar e administrar determinada coisa; ter o controle da situação é dominar ou ter o poder sobre o que está acontecendo.” Ou seja, só é possível, de maneira saudável e consistente dentro de um negócio, controlar coisas e não pessoas. Pois, além de tudo, como é possível estar onde tudo está acontecendo para exercer um domínio?

 

Até é possível monitorar a hora que o colaborador entra, que sai, quantos itens foram produzidos, vendidos, telefonemas dados, número de visitas a clientes no período etc. Mas, não dá para controlar vontade, criatividade, atitude, desejo, comprometimento, enfim tudo aquilo que está “dentro” das pessoas. E, o que é mais importante para resultados consistentes e constantes? Lógico que é exatamente aquilo que não é possível controlar.

Pessoas precisam ser inspiradas para conectarem seus propósitos aos da empresa, estimulando a vontade de exercitarem suas criatividades para proporcionar experiencias para os clientes. Mas de forma contínua. 

Isto porque aquilo que é valorizado pelo mercado está sempre mudando, então só quando os colaboradores encontram significado no que fazem, é que vão estar ligados nos clientes, e vão identificar suas necessidades, desejos e anseios do momento.

 

Pessoas também devem ser orientadas para trilharem o melhor caminho. Direcionadas para não se desviarem dos propósitos, da empresa e pessoal. Treinadas, para aprimorar competências e habilidades técnicas, sociais e emocionais. Só dessa forma é que as pessoas serão capazes de oferecer o melhor delas, e como consequência, gerar lucro e caixa.

 

No entanto, os controles não podem ser desprezados. Resultados e processos precisam ser monitorados. É fundamental averiguar se as realizações da equipe estão de fato produzindo riquezas, inclusive econômica. Os controles das coisas ajudam a criar o ciclo de aperfeiçoamento constante: controles geram indicadores, que ao serem analisados e interpretados geram aprendizado, e consequentemente o aperfeiçoamento das ações.

 

Esse mesmo ciclo precisa ser feito com os processos, como objetivo de averiguar se de fato estão contribuindo para facilitar a vida de clientes e equipe, se estão atualizados em função das novas demandas, e ainda, se continuam adequados à geração das riquezas.

  

Por fim, resultados dependem de pessoas inspiradas para utilizar controles para o constante aperfeiçoamento e melhoria do lucro e do caixa.



Marcelo Simões Souza


 



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